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Processos empresariais, melhores práticas e governança em Sistemas e TI. Volume 10. Edição 2008/02.

Saiba como os fabricantes promovem a adoção da notação BPMN com softwares de uso livre e gratuito. Conheça o Orquestra e todas as vantagens que esse software 100% nacional tem a oferecer à sua empresa. Para os praticantes de ITIL, uma discussão sobre como o gerenciamento de problemas, disciplina chave da biblioteca, amplia a disponibilidade e qualidade dos serviços de TI. E muito mais...desfrute de nossa newsletter. Nossa equipe está à sua disposição para auxiliá-lo. Entre em contato.

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                Casos de sucesso: Tecban e ICEC.

                Educação.

 

Boa leitura.

João Contart Neto


Novidades & Tendências 

    Artigos:

Custo zero em BPMN: saiba como os fabricantes promovem a adoção da notação BPMN com softwares de uso livre e gratuito.

A TI de Villa Lobos: conheça o Orquestra e todas as vantagens que esse software 100% nacional tem a oferecer à sua empresa.

EA reloaded: Confira como essa consagrada ferramenta evoluiu e porque ela possui a melhor relação custo benefício do mercado.

Problema ZERO: Entenda como o gerenciamento de problemas, disciplina chave da ITIL, amplia a disponibilidade e qualidade dos serviços de TI.

 

Custo zero em BPMN.

Ainda pouco conhecidos no Brasil, mas já bem maduros, os softwares de uso livre e gratuito para modelagem de processos em BPMN (Business Process Modeling Notation) estão acelerando e promovendo a ampla adoção dessa notação e das metodologias a ela associadas. Fabricantes de robustos produtos de automação de processos, conhecidos como BPMS (Business Process Management Systems) estão disponibilizando, através de licenças gratuitas ou 'open source', ferramentas sofisticadas que permitem a modelagem de processos usando a notação BPMN. Para esses fabricantes, fornecer os softwares sem custos é parte da estratégia para ganhar mercado e cativar os clientes. Para o cliente, o risco na adoção desses produtos é essencialmente a dependência que se cria em relação a uma plataforma específica. Quando o trabalho orientado a processo amadurece, passam a ser necessárias funcionalidades avançadas que apenas as versões comerciais dos mesmos produtos estão preparadas para suportar.

Outra classe de produtos, também disponível, é formada pelos softwares totalmente 'open sources' que são criados e mantidos em comunidades como a 'sorcefourge.org', bem conhecida daqueles que adotam softwares livres. Para muitos usuários, esses produtos são uma excelente forma de iniciar a adoção das técnicas de modelagem de processos, embora sejam bastante limitados em recursos. Suas características são suficientes para atividades simples, mas, quando a empresa passa a demandar funcionalidades mais avançadas, outros produtos tornam-se necessários.

Os sistemas comerciais orientados ao gerenciamento de processos estão também cada vez mais maduros e competitivos e são as soluções mais profissionais. As empresas que já passaram da fase de conhecimentos básicos e buscam soluções corporativas robustas associadas a bom desempenho, naturalmente adotam uma solução comercial. Entre esses produtos estão alguns brasileiros, de excelente qualidade e preços competitivos, como o Orquestra/Cryo distribuído e implantado pela CTGI , e também as grandes plataformas da Oracle, IBM, SAP e BEA, muito sofisticadas e associadas a investimentos mais elevados. A adoção de plataformas BPMS comerciais está também intrinsecamente ligada à implantação de SOA (Arquitetura Orientada a Serviços), filosofia que traz grande flexibilidade e reaproveitamento de ativos em sistemas.

A CTGI fornece, há mais de dois anos, treinamentos em processos empresariais e BPMN. Já treinou dezenas de profissionais na adoção prática dessa notação e nas metodologias para mapeamento e modelagem. Consulte sobre treinamentos, consultoria e soluções nesses temas.

A TI de Villa Lobos.

Impulsionado pelo aumento da demanda, por parte de médias empresas e do setor governamental, o mercado de BPM (Business Process Manegement, gerenciamento de processos) vem apresentando um forte crescimento. Segundo artigo publicado recentemente pela TI Inside, espera-se que, na América Latina, as empresas invistam 80% a mais em BPM durante o ano de 2008. As empresas que desejam acompanhar o uso de TI e extrair benefício de suas evoluções precisam avançar nos investimentos em soluções e práticas para BPM.

O mercado brasileiro conta com uma solução, de nível mundial, para gerenciamento de processos, com um enfoque inovador. O Orquestra BPM, que rendeu à Cryo Technologies o prêmio Excellence in BPM and Workflow, a premiação mundial mais conceituada nesse segmento caracteriza-se por ser uma ferramenta de interface amigável, de fácil utilização e alinhada com os padrões mais atuais do mercado, como a BPMN.

O Orquestra permite que usuários funcionais, que não sejam da área técnica, criem, monitorem e atualizem seus processos diretamente na ferramenta. Permite a ágil criação de processos simples e, ao mesmo tempo, tem a robustez necessária para dar suporte a processos mais complexos. Possui ainda a vantagem de ser compatível com a plataforma Microsoft, o que facilita sua implementação em empresas que já dominam esses produtos.

E, a melhor notícia, o produto possui preço muito competitivo, desbancando as demais ferramentas disponíveis no mercado.

Entre os benefícios percebidos advindos da implementação do Orquestra, podemos ainda citar:

  • Aumento da velocidade de resposta às necessidades de negócio.
  • Otimização e padronização dos processos intra e inter-organizações.
  • Maior visibilidade e transparência dos processos.
  • Melhores recursos para monitoramento e auditoria.
  • Mudança dos esforços de TI para assessorar, ao invés de implementar.
  • Incremento da satisfação de clientes e colaboradores.

A fim de melhor atender a essa crescente demanda, a CTGI e a Cryo Tecnologies firmaram uma parceria que alia a experiência em consultoria para modelagem e implementação de gestão por processos com a adoção dessa ferramenta estado-da-arte. Saiba mais sobre o Orquestra, serviços e treinamentos em BPM, consultando a CTGI através do email info@ctgi.com.br

EA reloaded.

A Sparx Systems lançou recentemente a nova versão de seu software de modelagem e desenvolvimento de sistemas (o Enterprise Architecture), adicionando à versão anterior, diversos recursos que facilitam ainda mais o processo de modelagem de softwares e sua integração com os ambientes de geração de código.

Assim como outras grandes ferramentas para a modelagem de softwares, tais como o Rational da IBM e o Together da Borland, mas com um preço incomparavelmente mais competitivo, o Enterprise Architect emprega a o paradigma do “model driven architecture” (MDA) que busca conectar o desenvolvimento orientado a modelos à geração e gestão de códigos em múltiplas plataformas. O paradigma MDA busca permitir que o desenvolvimento de sistemas seja completamente integrado desde a modelagem dos processos empresariais até a geração dos códigos necessários para executá-los.

Dentre as inovações presentes na nova versão do EA, constam recursos tais como significativas melhorias nos processos de integração com IDEs já consolidados como o Eclipse e o Visual Studio, melhorias na geração e engenharia reversa de códigos em diferentes linguagens, comparação sofisticadas entre os modelos, funções adicionais para a interface de automação, mais recursos para exportação e importação em arquivos XMI, entre muitos outros.

As funcionalidades avançadas de integração com o IDEs, permitem por exemplo,  uma depuração integrada entre os modelos UML e os códigos. Inclui também os recursos de captura em diagramas a partir de execução de trechos de código. Isto é, pode-se executar um trecho de código de dentro do EA e ele captura as execuções e mensagens em um diagrama de seqüencia.

Para maiores informações sobre todas as melhorias que a nova verão do EA traz, consulte o site do fabricante: www.sparxsystems.com. Para adquirir o produto, suporte ou capacitação, consulte a CTGI .

Problema Zero.

A busca de alta disponibilidade nos serviços de TI a custos aceitáveis é um desafio constante. Equipes de TI estão sempre bem aparelhadas para tratar incidentes e recuperar adequadamente um serviço que foi comprometido. Ao longo dos últimos anos as empresas conseguiram significativos avanços na qualidade desses atendimentos, reduzindo as insatisfações dos usuários e ampliando as capacidades de resposta aos incidentes (por exemplo, uma senha esquecida ou bloqueada, uma falha em um teclado ou vídeo, um problema na impressora, ou a queda de uma linha de comunicação). Com a adoção das práticas ITIL isso vem melhorando ainda mais, e hoje, na maioria das empresas, o usuário é bem atendido quando enfrenta um evento que o impede de usar algum recurso de TI.

Todavia, poucas empresas estão estruturadas para um bom gerenciamento de problemas. Na concepção contida na biblioteca ITIL, o gerenciamento de problemas é uma das principais práticas responsáveis pela diminuição de incidentes ao longo do tempo, e portanto, pelo aumento da disponibilidade dos serviços finais. Com isso, promove também a redução de todos os custos associados. Em analogia às práticas médicas, podemos dizer que as empresas tratam bem os sintomas, mas não estão ainda preparadas para diagnosticar e alcançar a cura definitiva.

Por outro lado, é necessário entender também que, para sistemas que já trabalham com elevada disponibilidade, tentar melhorar os patamares alcançados apenas   reforçando as técnicas, ferramentas e equipes de atendimento e resposta a incidentes não é suficiente. Passam a ser necessárias medidas abrangentes em todo o ambiente de fornecimento dos serviços. Somente com essas medidas, torna-se possível manter e avançar nos índices de disponibilidade e qualidade final dos serviços, dentro de custos controlados.

Imagine, por exemplo, uma rede de fornecimento de energia elétrica que tenha um elevado número de incidentes em transformadores de baixa tensão (aqueles que ficam nos postes próximos de nossas casas). A cada novo transformador que apresente uma falha, a empresa pode substituí-lo ou consertá-lo dentro de prazos aceitáveis. Com a ocorrência de muitos desses incidentes, o impacto ao usuário, e os custos para a operadora serão grandes. Nesse contexto, um bom processo de gerenciamento de problemas teria instrumentos para identificar semelhanças entre os diversos incidentes, permitir seu agrupamento, facilitar sua análise através de técnicas apropriadas e, finalmente, apontar a causa, a famosa "causa-raiz". A partir desse ponto podem ser definidas as ações para eliminá-la. O gerenciamento de problemas deve também correlacionar informações de eventos e dados históricos e utilizá-las de forma preventiva.

O gerenciamento de problemas é uma disciplina que requer a capacidade de mobilizar múltiplas áreas, dentro e fora da empresa, e garantir sua atuação sinérgica na busca de soluções definitivas. Requer também atividades analíticas e preventivas. Embora não seja uma disciplina fácil de ser implantada, os esforços nesse sentido sempre resultam em ganhos, pois reduzem significativamente as perdas provocadas por indisponibilidade dos serviços de TI e os custos excessivos das equipes de suporte e manutenção.

E então, sua empresa já tem um programa "problema zero"?


Eventos

Palestra: Práticas e Tendência em SOA - Arquitetura Orientada a Serviços

Sempre atenta às tendências do mercado, a CTGI , em parceria com a Livraria Cultura, promoveu no dia 11 de março o evento Práticas e Tendências em SOA – Arquitetura Orientada a Serviços. Como palestrantes figuraram João Contart Neto, sócio-diretor da CTGI , e Paulo César Faria, da Advance Marketing. O evento teve duração de duas horas e meia e contou com mais de cinqüenta participantes.

Na primeira palestra, foram discutidos aspectos importantes para a adoção a filosofia SOA, tais como: qual é o conceito de serviços para a área de TI; práticas de alinhamento e processos empresariais; apresentação da filosofia SOA e seus principais atributos, além de mitos e fatos relacionados à SOA. Apresentou-se ainda quais foram as evoluções na área de TI que permitiram o desenvolvimento e implementação da filosofia SOA, os impactos dessa filosofia na área de Sistemas e TI além dos desafios para sua implementação.

Paulo Faria, na segunda palestra, tratou de temas mais voltados ao mercado, como o conceito de cadeia de valor; impacto que os contínuos avanços tecnológicos estão tendo sobre os negócios; a tendência de as organizações se orientarem a serviços, além de uma análise dos impactos da SOA nos negócios, tanto em seu ambiente interno quanto externo. Discutiu-se também quais são as perspectivas para a adoção da SOA até 2010, destacando-se os principais desafios para sua implementação.

Ao fim do evento, foram sorteados inscrições para os seguintes cursos da CTGI : BPM e SOA, Modelagem de Processos com BPMN e ITIL ON-LINE. Os sorteados foram, respectivamente: Kelly Cristina, da T-Systems e Fátima, da Web Motors (BPM e SOA); Carlos Roberto, da EAS Informática (BPMN); Mariana, da Vivo, e Ênio, da Diebold/Procomp (ITIL Online). 

Para ler o conteúdo integral da palestra, acesse nossa página (http://www.ctgi.com.br/base_artigos.aspx), ou mande um e-mail para info@ctgi.com.br.


Cases de Sucesso

TecBan

No segundo semestre de 2007, a TecBan selecionou a CTGI para realizar um projeto de auditoria cujo objetivo foi o de avaliar a eficácia do processo Cálculo da Disponibilidade de sua rede de auto-atendimento. O projeto, que teve duração de aproximadamente um mês e meio, foi dividido em cinco fases e contou com uma equipe composta por três consultores, além de um gestor de projeto da própria TecBan.  

Por meio de entrevistas, levantamentos técnicos, simulações de cálculo e aplicação de métodos de auditoria, a equipe da CTGI pôde avaliar todo o processo automatizado de cálculo de disponibilidade adotado pela empresa. O processo é complexo e compreende a captura de eventos de monitoração originados na rede de máquinas de auto-atendimento, o fluxo dessas informações através de diversos sistemas e ambientes de processamento, e o tratamento de retaguarda responsável pelo cálculo dos indicadores de disponibilidade. Para conduzir esse projeto, a equipe da CTGI adotou métodos de avaliação de processos, técnicas de análise de sistemas e infra-estrutura de TI, práticas internacionais de auditoria de sistemas e, principalmente, os padrões Cobit e ITIL - em especial as disciplinas ligadas ao Gerenciamento de Disponibilidade – como referência.

A TecBan detém elevada especialização em monitoração e gerenciamento de disponibilidade de redes de auto-atendimento. Com iniciativas como essa, a empresa incorpora às suas práticas avaliações freqüentes e sistematizadas de desempenho e conformidade. Dessa forma, dá um passo importante na direção do aprimoramento contínuo e sistemático de seus processos e recursos computacionais destinados à monitoração e ao gerenciamento de disponibilidade. Projetos como esse contribuem com proposições de melhorias que significam ganhos diretos, redução de riscos e ampliação de desempenho.

Quem usa as redes operadas pela TecBan, entre elas o Banco24Horas, certamente notou melhorias na disponibilidade de seus serviços bancários durante o ano de 2007 e pode esperar ainda mais para 2008. É o resultado de um conjunto integrado de ações, desenvolvidas por diferentes áreas da empresa, na busca de excelência em seus serviços. E, entre essas múltiplas ações, as auditorias orientadas a diagnóstico e proposição de aprimoramentos, promovidas pela área de Controles Internos, têm contribuído significativamente para o avanço dos índices de disponibilidade de suas redes. Segundo Paulo Muro, Gerente de Controles Internos, com atividades desse tipo, a TecBan pode colher benefícios que incluem a possibilidade de se antecipar aos problemas e a visão ampla dos fatores que influenciam na disponibilidade dos serviços e na eficácia dos mecanismos de monitoração.

Para Paulo Muro, os serviços desenvolvidos pela CTGI caracterizaram-se por sua precisão, pertinência, clareza e objetividade com que as recomendações foram apresentadas, permitindo efetiva evolução dos processos tratados.

Conheça a TecBan em www.tecban.com.br

ICEC

A ICEC é uma indústria que desde 1979 atua com destaque no mercado da Construção Civil e compreende empresas fabricantes de estruturas metálicas, de engenharia, construção e de serviços. Situada na cidade de São José do Rio Preto, desenvolve projetos e empreendimentos em todo o Brasil. Como parte de sua estratégia de aprimoramento administrativo e empresarial, a ICEC vem conduzindo trabalhos de desenvolvimento de competências internas, aprimoramento de processos, investimentos em Sistemas e TI, entre muitas outras iniciativas.

Em Sistemas e TI, a empresa optou por um paradigma que mescla o uso de softwares de primeira qualidade - como o banco de dados Oracle e os ambientes Java - com a capacidade de desenvolver, internamente, os sistemas especializados em seu segmento. Assim pode preservar as particularidades de seus negócios e ao mesmo tempo extrair benefícios das ferramentas disponíveis no mercado. Dentro dessa estratégia, a empresa está aprimorando seu processo de desenvolvimento e gerenciamentos de software e adotando metodologias e ferramentas que refletem o que há de mais atual nas práticas de mercado.  Para suportar esses aprimoramentos, a empresa escolheu a ferramenta Enterprise Architect e promoveu a capacitação de sua equipe em modelagem orientada a objetos com UML. A equipe de Sistemas e TI da ICEC selecionou a CTGI para fornecer o produto Enterprise Architect e o treinamento Modelagem e Desenvolvimento Orientado a Objetos com UML e Enterprise Architect (EA). O objetivo do treinamento foi o de capacitar os alunos a utilizar o Enterprise Architect para desenvolver o software integrado de gestão, projeto principal da ICEC. O EA foi escolhido devido à sua alta qualidade, facilidade de uso, integração com os ambientes Oracle e Java, e a sua relação custo-benefício superior a de seus concorrentes.

Os outros dois cursos oferecidos pela CTGI para o uso da ferramenta EA são: Uso avançado da ferramenta Enterprise Architect e EA: Administração da ferramenta em ambiente corporativo. O primeiro treinamento destina-se a coordenadores, arquitetos e integradores que promoverão o uso avançado do EA e serão responsáveis por definir quais serão os padrões de uso dentro da empresa e aborda os seguintes temas: engenharia de código, importação e exportação de modelos, usuários, grupos e segurança e recursos do EA para a terceirização dos processos. O curso de administração da ferramenta tem por público alvo os profissionais que darão suporte aos ambientes corporativos ao instalar a ferramenta e gerenciar as licenças e o uso, criando, inclusive, suas regras de compartilhamento e segurança. Neste treinamento são abordados temas como: arquitetura geral do EA; planejamento dos ambientes de uso corporativo do EA, integração de Controles de Versões e procedimentos operacionais recomendados.

Para maiores informações sobre O EA, serviços e treinamentos, acesse a nossa pagina (www.ctgi.com.br) ou mande um e-mail para info@ctgi.com.br.

EDUCAÇÃO 

Acompanhando as novidades e tendências da área de TI, a CTGI oferece novos cursos com a qualidade já reconhecida no mercado para manter os profissionais de sua empresa sempre atualizados.


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