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Processos de Negócios, Padrões e Governança em Sistemas e TI: Edição 2008/01.

Convidamos você a conhecer e opinar sobre a nova estrutura da biblioteca ITIL®, a V3, a refletir sobre como a sua empresa pode ganhar agilidade através do BPM e  SOA, e conhecer o artigo sobre alto desempenho empresarial e a visão multidimensional de processos empresariais. Veja também alguns projetos de sucesso da CTGI em 2007.

Nossa equipe está à sua disposição para auxiliá-lo. Entre em contato.

Boa leitura.

João Contart Neto


Novidades & Tendências 

ITIL® V3 – Por que mudar?

Lançada em maio de 2007, a nova versão da Information Technology Infrastructure Library (ITIL) tem causado polêmica entre os profissionais da área: enquanto alguns defendem seu maior enfoque estratégico, outros sustentam que a V2 atende satisfatoriamente suas necessidades.

Um pesquisa realizada pela Parity, feita com participantes de uma Conferencia da itSMF sobre ITIL V3 na Inglaterra, dá uma idéia da confusão atual acerca das diferenças entre as duas versões e quais os benefícios trazidos pelo V3. Segundo resultados da pesquisa, 16% dos entrevistados admitem não ver de forma clara as diferenças entre as versões e menos de 10% disseram gostar da abordagem por ciclo de vida, enquanto que 31% dizem já estar empregando o V3 em suas empresas; 40% afirmam que há um maior enfoque estratégico e apenas 4% mostrou-se contrária à sua implementação.

Quando indagados sobre os principais motivos para a não adoção da V3, os entrevistados disseram que: (a) há certa falta de realismo no novo padrão; (b) os exames de certificação são muito rígidos; (c) os livros de V3 mostram o que fazer, mas não necessariamente como fazer e (d) muitos estão satisfeitos com o que é oferecido pelo V2.  

Frente a todas essas dúvidas em relação à V3, é natural que se faça a pergunta: qual a vantagem de se introduzir a V3? E no que ele difere da V2? A resposta é que a V3 expande a visão presente na V2 para o chamado “ciclo de vida dos serviços de TI”, que confere maior abrangência às recomendações propostas pela biblioteca.

Embora as práticas recomendadas pela V2 ainda sejam válidas e façam parte do conteúdo da V3, deve-se ressaltar que esta última é uma diretriz mais poderosa e menos restrita do que sua predecessora, pois passa a incorporar, além da fase operacional dos serviços, também, as fases de estratégia, desenho, transição para implementação e melhoria contínua. Com essa visão ampliada do ciclo completo de gerenciamento de serviços, a V3 traz recursos adicionais para quem deseja ampliar suas práticas rumo ao forte alinhamento estratégico e à busca de diferenciais no desempenho empresarial com base em TI.

Nessa nova abordagem, processos e práticas são descritos de forma mais abstrata e abrangente, fazendo com que a V3 seja considerada mais flexível por alguns e menos prática por outros. Ela amplia a proposição de conceitos e práticas mas, se comparada à V2, não aponta tão detalhadamente como implementar seus preceitos. Tendo isto em vista, pode-se fazer o uso conjunto da literatura da V2 e da V3, a fim de suprir a aparente deficiência pragmática desta última. Certamente, com a maturidade e publicação de textos complementares, essa lacuna será transposta também na V3.

Tire suas dúvidas sobre ITIL V2 e V3 acessando nossa página de FAQ  

A fim de atender a essa nova necessidade de melhorias gerada pela atualização da biblioteca ITIL®, a CTGI passa a oferecer, em sua grade de treinamentos, o curso de fundamentos em ITIL V3 (inclui a V2), tanto em turmas abertas quanto in company, o  curso de adaptação para quem já fez a V2 (bridging), e o curso ITIL on-line.

Para maiores informações sobre os cursos, acesse o nosso site (www.ctgi.com.br) ou mande um e-mail para info@ctgi.com.br.

 

Desvendando o SOA 

Na grande sopa de letrinhas tão característica do mundo da TI, recentemente vem ganhando maior destaque a sigla que promete impactar o modo como as empresas se organizam e ganham produtividade: trata-se da sigla SOA (Service Oriented Architecture ou Arquitetura Orientada a Serviços), que atrai, rapidamente, cada vez mais adeptos no mundo corporativo.

A primeira coisa que se deve saber a respeito da nova sigla é que o SOA não é um produto que possa ser comprando, seja ele pronto ou feito sob medida, mas sim um conceito que permite às empresas reestruturar o modo como seus serviços estão organizados conferindo-lhes maior flexibilidade e agilidade. A SOA permite a redução do tempo de desenvolvimento de novas aplicações de negócios - em alguns casos essa redução chega a cerca de 40% - criando enorme agilidade.

Para entender o modo de atuação da SOA, deve-se primeiro compreender a filosofia que se encontra por trás deste conceito. O que a SOA prega, na realidade, é que se deve encarar os serviços prestados pela organização (tais como o serviço de venda de um produto, por exemplo) como um conjunto de funções menores que podem ser desempenhadas tanto por setores provedores da própria empresa quanto por provedores externos a ela. Um processo de negócio conecta essas funções em uma estrutura que será responsável pela entrega do serviço final desejado. A título de ilustração, tomemos com exemplo o macro-serviço de compras. Neste caso, segundo a abordagem da SOA, esse serviço pode ser visto como a interação de diversos sub-processos tais como: verificação de registro do cliente, análise de crédito do cliente (que pode ser prestado por um uma entidade externa à empresa), registro do pedido, verificação de estoques, etc. Com a abordagem SOA, ganha-se flexibilidade caso haja necessidade de realizar alterações em algum desses sub-processos, uma vez que não será preciso reformular o processo como um todo, permitindo um reaproveitamento de ativos e, conseqüentemente, redução de custos.

Outra vantagem da aplicação do conceito SOA atrelada à reutilização dos ativos é o ganho de produtividade, especialmente da equipe de TI que, por não ter de desenvolver novos softwares a partir do zero a cada alteração no processo, pode trabalhar em mais de um projeto ao mesmo tempo, além de reduzir o tempo de ciclo necessário para o desenvolvimento e implementação dessas funções de negócio. Ou seja, é possível que se obtenha, além da já citada economia de custos, também uma maior agilidade para disponibilizar tais funções.

Embora o modelo SOA possua elevado potencial de trazer benefícios concretos para a empresa, esses benefícios são alcançados apenas se a empresa adotar conceitos, processos, ferramentas e práticas que suportem a prática. A adoção de conceitos de BPM (Business Process Management), ferramentas tecnológicas adequadas (BPMS, entre outros), pessoas e organizações preparadas, e arquitetura e métodos de desenvolvimento de sistemas orientados a serviços (componentização, web services) são fundamentais para a realização dos benefícios da filosofia SOA. 

Pensando nessa necessidade, a CTGI desenvolveu o curso Conceitos Essênciais de BPM e SOA, um treinamento para gestores, coordenadores e demais líderes de TI envolvidos na busca de produtividade. Apresenta, em um único dia, os conceitos chaves, os processos essenciais, as práticas necessárias e as características dos padrões, métodos e ferramentas disponíveis no mercado para viabilizar a prática SOA.  A partir desse treinamento, o profissional estará apto a desenhar e conduzir uma estratégia de adoção SOA e BPM em sua empresa, e seguro em definir as ações para extrair reais benefícios dessa filosofia.

Para maiores informações, acesse o nosso site (www.ctgi.com.br) ou mande um e-mail para
info@ctgi.com.br

Artigos

Alto Desempenho Empresarial através do Gerenciamento Multidimensional de Processos de Negócios.

A aplicação da visão multidimensional ao gerenciamento dos processos empresariais é um dos mais robustos recursos para promover o forte alinhamento entre as tarefas cotidianas e a estratégia da empresa. Através de sua adoção, as sinergias e o alto desempenho empresarial passam a ser uma conquista sistematizada, continuamente buscada e compreendida por todos os colaboradores.

Segundo a visão multidimensional, o processo empresarial é formado por diversos componentes, que são agrupados em dimensões (listadas abaixo) e interagem ao longo do ciclo de vida do mesmo. Identificar, enunciar e gerenciar as múltiplas dimensões garante o rápido alcance de objetivos empresariais de eficácia e eficiência.

  • Objetivos e Métricas:
  • Capacidades Humanas e Organização:
  • Fluxo de Atividades e Processamento
  • Dados e Informações:
  • Recursos:
  • Garantia e Controle de Qualidade:.

A Interação entre as dimensões visa maior maturidade do processo ao longo de seu ciclo de vida, que é composto por quatro estágios: (i) concepção (modelagem) e implantação, (ii) execução, (iii) monitoração e gerenciamento, e (iv) aprimoramento. A maturidade de um processo também possui diferentes níveis que vão desde sua completa inexistência, (nível zero), até o estágio de ampla adoção sustentada por melhorias contínuas e intenso alinhamento com as estratégias empresariais, nível cinco.

O Gerenciamento Multidimensional de Processos Empresariais busca aprimorar a maturidade através da evolução contínua e sinérgica de todas as dimensões. Com o crescimento contínuo da maturidade se atinge o forte alinhamento às demandas e objetivos empresariais e os elevados resultados aparecem.

A visão hierárquica: da cadeia de valor às pequenas atividades.

A fim de alinhar os processos à estratégia empresarial, utiliza-se a visão hierárquica proporcionada pelo paradigma da cadeia de valor, pois este permite desdobrar toda a estrutura de processos de uma empresa a partir de sua visão estratégica de agregação de valor.

Essa visão, quando instrumentada por ferramentas práticas e acessíveis, permite uma ampla estruturação aos processos e obter elevado desempenho operacional e conseqüentes resultados. A combinação das técnicas de análise multidimensional de processos empresariais à visão hierárquica permite estabelecer, com clareza, os processos mais relevantes para um determinado tema estratégico.

A aplicação da abordagem multidimensional, portanto, permite promover sinergias entre as múltiplas dimensões; promove o forte alinhamento estratégico e permite que os resultados apareçam, constituído um dos mais valiosos recursos para o elevado desempenho operacional.

Para ler o artigo na íntegra, envie um email solicitando uma cópia para info@ctgi.com.br


Cases de Sucesso

No ano de 2007, a CTGI desenvolveu iniciativas que trouxeram muitos benefícios e resultados positivos a seus clientes. Dentre esses projetos, dois merecem especial destaque: o projeto de adequação de processos e controles para SOx, e a capacitação de profissionais em gestão de projetos com viés fortemente prático. Veja a seguir.

SOx em dois meses: Missão Impossível?

A CTGI foi contratada pela Diebold Procomp para auxiliar na adequação de processos e controles de uma de suas principais áreas operacionais. O objetivo foi o de adequá-los aos rígidos padrões exigidos pela legislação Sarbannes-Oxley, mais conhecida como “SOx”. O principal desafio foi o curtíssimo prazo de dois meses.

A SOx surgiu após a ocorrência de diversas fraudes e escândalos contábeis envolvendo grandes corporações americanas. No senado norte-americano, os senadores Sarbannes e Oxley desenvolveram e aprovaram uma lei que define rígidos padrões para a regulamentação das atividades empresariais, especialmente no que tange a área financeira da organização, mas com importantes reflexos nas áreas de Sistemas e TI. Essas diretrizes valem para as empresas com ações no mercado americano, e também devem ser observadas pelas suas filiais operando em outros locais do globo, como é o caso da Diebold Procomp no Brasil.

Tendo em vista a importância dessa adequação e o desafio do pequeno período de projeto, a equipe de três consultores da CTGI adotou como referência os guias “Cobit para SOx” e o “Cobit 4.1”, do ISACA e a biblioteca ITIL, da OGC/ITSMG, e buscou acelerar a adequação a partir de práticas já vigentes na empresa, obtendo excelentes resultados. O projeto rendeu à equipe brasileira da Diebold Procomp uma ótima imagem perante os responsáveis pela adoção internacional dos controles SOx, bem como significativos elogios.

O projeto foi desenvolvido totalmente com equipes brasileiras, da CTGI e Diebold, com baixo custo e excelentes resultados, cumprindo com as metas de prazo e adequação necessárias à filial brasileira. Foram desenhados e especificados os processos e controles pertinentes, atribuídas funções e responsabilidades, estabelecidos os critérios de gerenciamento. As equipes também foram capacitadas para garantir a continuidade da adoção dessas práticas.

Conteúdo com praticidade

No ano passado, a CTGI foi selecionada por duas grandes empresas, uma do setor bancário e outra do setor de transportes, para capacitar seus profissionais no gerenciamento de processos: o Itaú, na área de Tesouraria, e a Ecorodovias, na de TI/Automação.

Em ambos os casos, o que se desejava era um curso que aliasse uma abordagem prática, aplicável ao dia-a-dia dos participantes; didática dinâmica, que prendesse a atenção dos alunos e conteúdo de qualidade, que permitisse aos profissionais utilizar ferramentas de mercado; aplicar conhecimentos atuais baseados em padrões aceitos pelo mesmo, e saber escolher e usar artefatos adequados ao seu contexto de atuação dentro de cada uma das empresas. Um dos motivos que levaram ambas as empresas a optarem pela CTGI , além da reconhecida qualidade de seus treinamentos, foi o formato do curso, que aborda, pragmaticamente, os tópicos essenciais para a adoção do gerenciamento de projetos, o que permite que todo o conteúdo seja lecionado em menor espaço de tempo, se comparado a outros cursos disponíveis no mercado.

Em termos de conteúdo, a CTGI serviu-se de seu novo treinamento in company para atende a essa demanda: o curso “Gerenciamento de Projetos na prática com kit essencial e MS Project”. Este curso capacita os alunos a compreender os padrões aceitos pelo mercado (PMI e Prince2), saber onde buscar conhecimento e aprimorar sua formação, e ao mesmo tempo garante a capacidade de aplicar os conceitos essenciais. Por meio de modelos de documentos - os artefatos disponíveis no “kit essencial” - e da formação na ferramenta MS Project, os participantes ganham segurança e fluência para aplicar imediatamente todos os conceitos que façam sentido em seu ambiente de negócio e para o perfil de projetos que conduzem.

O resultado foi, portanto, a aplicação de um curso que aliava conteúdo relevante e de qualidade a uma abordagem dinâmica e interativa, que prendia a atenção do aluno e favorecia o aprendizado.

EDUCAÇÃO ;

Acompanhando as novidades e tendências da área de TI, a CTGI oferece novos cursos com a qualidade já reconhecida no mercado para manter os profissionais de sua empresa sempre atualizados. Confira abaixo as próximas turmas dos treinamentos abertos:

  • ITIL Online: 11 de fevereiroo
  • Modelagem de Processos: 12 a 14 de fevereiro
  • Conceitos essências de BPM e SOA: 21 de fevereiro
  • ITIL V3(inclui V2): 26 a 28 de fevereiroo
  • Cobit 4.1: 18 e 19 de março
  • ITIL Transição: 04 de março

 Veja o calendário completo.


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