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Processos de Negócios, Padrões e Governança em Sistemas e TI: Edição 2007/01.

Convidamos você a refletir sobre a importância do plano de continuidade dos serviços de TI e sobre as perspectivas de adoção de padrões no mercado brasileiro, a conhecer as iniciativas em plataformas livres para automação de processos de negócios e saber sobre os levantamentos em gerenciamento de projetos no Brasil, feito pelo PMI. Nossa equipe está à sua disposição para auxiliá-lo. Entre em contato.

Boa leitura.

João Contart Neto


PROCESSOS EM SISTEMAS E TI 

O Buraco de Pinheiros, Planos de continuidade de Serviços de T.I. e as práticas do ITIL. 

O surpreendente acidente na construção da Linha 4 do Metrô de São Paulo imediatamente nos recordou o que pede o ITIL em sua disciplina de Gerenciamento de Continuidade de Serviços de TI. O ITIL prega que é necessário um bom processo de gerenciamento dos recursos de TI e que avalie os riscos e crie alternativas de continuidade dos serviços de TI, na eventualidade de um acidente grave, uma catástrofe. Um bom plano de continuidade dos serviços de TI não deve ser caro, não deve ser difícil de implementar e tampouco complexo de manter ativo, mas deve preparar a empresa para o contexto de um desastre.

Há alguns anos atrás, alguns de nossos profissionais trabalharam no desenvolvimento de um plano de continuidade de T.I. para a Editora Abril, uma das empresas mais expostas no atual acidente em Pinheiros. Imaginem se o prédio da Editora Abril ficasse mesmo totalmente interditado. A edição das revistas Veja, Exame e Playboy, entre muitas outras, estariam comprometidas em sua capacidade de usar os recursos tecnológicos. Todavia, a Editora Abril tem um plano de continuidade de negócios - e conseqüente plano de continuidade de seus serviços de TI – e o teria acionado imediatamente. Na mesma região estão centenas de empresas de pequeno, médio e grande porte. Todas foram ou potencialmente poderiam ser afetadas pelo inesperado desabamento. Desastres são inesperados, provocam danos e destroem ativos da empresa.

Cotidianamente temos presenciado empresas que possuem elevada dependência dos recursos de Sistemas e TI e que ainda não possuem um simples plano de Continuidade de Serviços de TI. Essas empresas estão expostas, e podem a qualquer momento sofrer um grande impacto em seu negócio. Algumas perguntas básicas que você pode fazer são: i. Nossa empresa possui um plano de recuperação após um desastre? ii. As pessoas conhecem nosso plano de recuperação e sabem o que fazer na ocorrência de um desastre? iii. Qual parcela de nossos ativos altamente dependentes de Sistemas e TI estarão preservados na ocorrência de um desastre? Enfim, há questões que precisam ser feitas, e há ações preventivas que precisam ser tomadas, para que uma empresa esteja preparada para situações inesperadas.

Um plano de continuidade deve trazer para o domínio analítico e racional, as ameaças e os riscos e finalmente estabelecer mecanismos para gerenciá-los, dentro de recursos viáveis para a empresa. É através dele que se pode monitorar o quanto a empresa está preparada para sobreviver a desastres. O plano de continuidade de serviços de TI deve ser tratado como um processo contínuo da empresa e fortemente alinhado com as estratégias de negócio. Recomendamos aos gestores de TI e executivos de negócios que busquem no ITIL, em especial na disciplina de Gerenciamento de Continuidade de Serviços de TI, uma inspiração para aprimorar seus recursos para fazer frente a acidentes inesperados, e reduzir a exposição dos negócios de sua empresa.

Padrões, Melhores Práticas e Certificações em Sistemas e TI em 2007. 

Empresas e profissionais seguem, em geral, uma de duas filosofias essenciais para adotar padrões de mercados, melhores práticas e finalmente obter as certificações. A primeira, e também a mais difundida, é aquela em que o objetivo é apenas a busca do certificado, a obtenção de um documento formal de conformidade. Nesse caso, atende-se a exigências de empresas clientes, do mercado e de órgãos normatizadores setoriais. A segunda é aquela em que a empresa – ou o profissional – busca conhecer os princípios contidos nesses padrões, entender profundamente como eles podem ajudar seus processos empresariais – ou sua profissão - e aplicá-los através de uma abordagem que vai além da obtenção do certificado de conformidade, focando primordialmente nas melhorias de suas práticas.

A adoção de padrões não pode ser onerosa, não deve representar custos. Ela deve significar um investimento que trará retornos concretos. Portanto, deve estar amplamente alinhada com os reais objetivos de negócios da empresa, ou de interesse profissional. Esse forte alinhamento é necessário para garantir investimentos nos padrões corretos e, dentro desses, nas disciplinas mais importantes para cada empresa e para cada profissional.

Hoje se comenta muito sobre a Lei do Consumidor no Brasil. Sabe-se que ela trouxe, a princípio, a percepção de aumento de custos, mas as empresas inteligentes visualizaram rapidamente a grande oportunidade de transformar as regras contidas na legislação em ações para aprimorar seus processos e aproximar a empresa de seus clientes. Essas empresas estão colhendo grandes benefícios e retornos bastante tangíveis. Todavia, muitas empresas ficaram para traz e infelizmente continuam achando a Lei do Consumidor um grande custo empresarial.

ISO mundialmente, e a ABNT no Brasil, têm colocado esforços para disponibilizar significativo material para melhores práticas, e para criar uma estrutura de certificação que permita às empresas buscar também os benefícios reais dessas normas. Em TI, a ISO e ABNT têm disponibilizado os padrões 27.000 e 20.000 para Segurança de Informação e Serviços de TI, respectivamente. Materiais e conhecimentos da ISO e ABNT são muito acessíveis. Também podemos usufruir dos incontáveis recursos disponibilizados pela ISACA, para o COBIT, e pelo ITSMF e OGC para o ITIL. Em Engenharia de Software, o padrão publicado pelo IEEE, condensado no Software Engineering Body of Knowledge – SWEBoK, pode ser adotado com custos muito mais baixos que aqueles requeridos pelas iniciativas que buscam o CMMi. Enfim, temos opções bem acessíveis de adoção de boas práticas.

Nesse ano de 2007, tendemos a ver claramente dois grupos polarizando as adoções de melhores práticas. O primeiro será constituído por empresas que perdem velocidade e tendem a ficar para traz na evolução dos processos de negócios e na eficácia empresarial. Essas empresas buscarão apenas os títulos exigidos pelos seus clientes ou órgãos reguladores. E, um segundo grupo, formado pelas empresas que estão preocupadas com o aprimoramento contínuo e a incorporação de conhecimentos à sua organização. Esse segundo grupo aproveitará os padrões, as melhores práticas e os movimentos de certificação, para aprimorar e buscar melhores resultados sustentáveis em seus processos de negócio.

A CTGI incentiva que profissionais e empresas busquem a adoção dos melhores padrões de mercado, e recomenda a afiliação e participação ativa nos órgãos de apoio e desenvolvimento dessas práticas, entre eles: ABNT (www.abnt.org.br ) , ISACA (www.isaca.org.br ), e ITSMF (www.itsmf.com.br )

 


PROCESSOS DE NEGÓCIOS

O sistema jBPM, uma plataforma livre para automação de processos. 

O jBPM – Java Business Process Management - é um software “open source” que se encontra em desenvolvimento pelo grupo jBoss, uma divisão da Red Hat. Seu propósito é o de disponibilizar uma plataforma que permita a fácil automação de processos de negócios, em ampla integração com as regras e outros sistemas pré-existentes, explorando toda a amplitude de recursos dos ambientes Java.

É um sistema totalmente baseado na linguagem Java e pode ser divido em duas estruturas principais. A primeira é uma aplicação Web, responsável pela publicação e execução dos processos, possibilitando um meio para que diversos usuários tenham acesso aos processos através de um simples navegador de internet. Já a segunda parte do sistema é uma ferramenta gráfica para o desenho e definição de processos. Ao se utilizá-la para o desenho, a estrutura do processo é automaticamente gerada e a maior parte do código para ser executado pela aplicação Web fica disponível imediatamente.

De um modo geral, esta é uma ferramenta que apresenta grande potencial, ainda não alcançado plenamente, mas, por se tratar de um software “open source”, permite extensões de suas funcionalidades conforme a necessidade do cliente. É uma opção interessante para empresas que possuem pequenas demandas em automação de processos de negócios e que também adotaram ambientes Java em sua arquitetura tecnológica

Colaboração de Marcus Vinicius Homem Silva


GESTÃO CORPORATIVA DE PROJETOS

Benchmarking em Gerenciamento de Projetos no Brasil - 2006. 

Em nossas reflexões, é saudável comparar o que estamos aplicando na gestão de projetos com outras empresas, entretanto a análise fica restrita a nosso círculo de relacionamento profissional. As famosas Lições Aprendidas do PMI (Project Management Institute) normalmente não são registradas e os mesmos erros se repetirão em projetos futuros. Com podemos mudar este cenário?

Algumas perguntas surgem da simples observação do dia a dia da gestão corporativa do portifólio de projetos, porque muitos deles acabam não finalizando como inicialmente declarado no escopo, no tempo e no custo, com a qualidade combinada:

1.Estamos com problemas de prazos e custos?

2.Estamos aplicando algum método para avaliar resultados?

3.Estamos gerenciando riscos?

4.Os gestores estão capacitados para gerenciar este porte de projetos?

5.Os projetos são sempre planejados e documentados?

6.São bem monitorados e controlados?

7.Estão alinhados aos objetivos estratégicos do negócio?

7.Necessitamos de um PMO – Project Management Office?

O Benchmarking é um processo sistemático para medir processos organizacionais, a partir da colaboração de empresas que respondam a um questionário, possibilitando comparações da adoção de melhores práticas em relação a outras organizações do mesmo setor.

O PMI do Rio de Janeiro conduz e publica anualmente o estudo, para estimular mudanças e auxiliar a elaboração de planos estratégicos e operacionais. Oito aspectos críticos são abordados: Cultura Organizacional, Estrutura Organizacional, Gestão do Portfolio de Projetos, Project Management Office, Processos e Metodologias, Desenvolvimento Profissional, Ferramentas de Suporte, Desempenho e Resultados.

Participaram 79% de empresas do Sudeste, o orçamento médio dos projetos é até R$ 100 mil em 24% das empresas e de R$ 100 mil a R$ 1 milhão em 39% das empresas.  Os programas de capacitação utilizam fornecedores em 64% das empresas. São utilizados softwares de gerenciamento para a maioria dos projetos em 76% de empresas. Existem 23% de empresas com problemas em prazo em 75% dos projetos e 25% de empresas com problemas de custo em 50% dos projetos realizados. Os orçamentos são excedidos em mais de 20% em 36% das empresas.

Muitas vezes a dificuldade do gerenciamento eficiente é decorrente de sucessivas perdas de profissionais experientes, ou por rápido crescimento nos negócios, ou por um novo grande projeto que necessita a formação de equipe específica de gestores.

Ter um dicionário não capacita uma pessoa a se expressar numa língua diferente, portanto o treinamento em ferramentas (Project, Primavera, EPM, etc.) não é a única condição para a formação das habilidades dos gerentes de projetos.

Os orçamentos apertados não permitem que as organizações mantenham profissionais altamente especializados no quadro de funcionários, e seguindo uma tendência mundial, as empresas contratam consultorias para atendimento pontual de demanda intelectual, para organizar o ambiente de projetos, para transferência desse conhecimento e para auditorias periódicas de procedimentos para sustentar os níveis elevados que foram atingidos.

Colaboração de Pedro Branco


ENGENHARIA DE SOFTWARE 

Uso avançado do EA para práticas de Engenharia de Software. 

Um bom processo de desenvolvimento de software, seja ele um modelo mais robusto ao sabor do Unified Process ou mais dinâmico considerando as práticas do Extreme Programing, precisa de uma boa ferramenta de apoio. Essa necessidade é mais evidente quando as equipes de trabalho são amplas, dispersas geograficamente e há um grande volume de ativos de sistemas a serem gerenciados e compartilhados. O EA - Enterprise Architect - consolidou-se como a ferramenta que apresenta melhor relação custo-benefício do mercado para essa finalidade. Instituições que investem seriamente em seus processos de desenvolvimento de sistemas já perceberam o valor que o produto agrega às suas práticas e o estão adotando.

Além do suporte essencial aos modelos UML, as características avançadas do produto permitem a automação de diversas etapas de um processo de desenvolvimento de sistemas e podem incluir a engenharia de banco de dados, engenharia reversa de código já prontos, geração automática de código baseada em padrões, integração com ambientes de codificação para ágil compartilhamento de objetos (sub-projetos, modelos de componentes), controle de requisitos, elaboração e controle de casos de testes, geração automática de documentos, entre muitas outras funções.

Para suprir a necessidade de capacitação no uso avançado do Enterprise Architect, a CTGI está disponibilizando no mercado brasileiro o treinamento “Uso Avançado do Enterprise Architect” cuja intenção é prover aos administradores dos ambientes e gestores dos processos de desenvolvimento de softwares conceitos, e principalmente, noções práticas para se obter ótimo resultado na utilização do EA em um ambiente de desenvolvimento de sistemas.


EDUCAÇÃO 

Novos cursos e conteúdos aprimorados para melhor atender as necessidades do mercado nacional.

A CTGI lança novos cursos para atender as demandas do mercado nacional, disponibilizando aos profissionais e empresas excelentes opções de aprimoramento dos conhecimentos e práticas ligadas aos temas de processos de negócios, padrões de mercados, governança em TI, engenharia de software e gestão corporativa de projetos. Os treinamentos possuem conteúdos conceituais e abordagens práticas capacitando os participantes para a aplicação cotidiana dos conhecimentos transmitidos. Entre os avanços nos treinamentos estão:

O lançamento de novo curso "Conceitos, Técnicas e Práticas em Gerenciamento de Processos de Negócios" cujo conteúdo atende a necessidades de líderes, coordenadores, gestores e diretores diretamente interessados em estabelecer, implantar e gerenciar técnicas de gerenciamento por processos de negócios em suas áreas.

Revisão do treinamento em "Fundamentos Teóricos - ITIL", com ampliação da carga horária, ampliação das orientações para as provas de certificação, mais exemplos práticos e discussão de conceitos, e total alinhamento ao conteúdo exigido pelos órgãos certificadores internacionais (EXIN e ISEB).

Lançamento do treinamento "Uso avançado do Enterprise Architect (EA)" cujo objetivo é transmitir aos participantes os conhecimentos necessários para obter ótimos resultados na adoção do software em processos de engenharia de sistemas.

Treinamentos em Gestão Corporativa de Projetos, cujo objetivo é desenvolver a capacidade de aplicar os conceitos de gerenciamento de projetos com o viés corporativo, incluindo a gestão de portifólio de projetos e o PMO.

Enfim, um conjunto de conhecimentos que interligam processos, tecnologias e padrões, estruturados para colocar à disposição do mercado treinamentos que ajudam a trazer resultados concretos para o profissional e para a empresa. Consulte a lista de treinamentos no nosso catálogo.

Próximas sessões abertas de treinamentos. 

Estão programadas para os próximos meses, as seguintes turmas abertas:

COBIT Fundamentos Teóricos: 06, 07 e 08/02/2007, em 3 módulos de 4 hs num total de 12 horas. Diurno das 8:30 às 12:30hs

"Modelagem de Processos com BPML/BPMN": 13, 14, 15 de Fevereiro, em 5 módulos de 4:00 hs num total de 20 horas. Diurno das 8:30 às 12:30 e das 14:00 às 18:00 hs ( dois dias e uma manhã).

"ITIL Fundamentos Teóricos":  27, 28 de Fevereiro, em 4 módulos de 4:00 hs, num total de 12 horas.Diurno das 8:30 às 12:30hs e das 14:00 às 18:00 hs. 

"Praticando UML com uso do Enterprise Architect (EA)": 06, 07, 08 de Março, em 3 módulos de 4:00 hs num total de 12 horas. Noturno das 18:30 às 22:30 hs

Veja o calendário no link: http://www.ctgi.com.br/treina_calendario.aspx


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