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Processos de Negócios, Padrões e Governança em Sistemas e TI: Edição 2006/11.

Convidamos você a desfrutar de informações acerca de práticas eficazes para a adoção de práticas de processos e padrões. Leia sobre aplicações do COBIT no desenvolvimento de um Plano Diretor de TI, sobre a importância das Capacidades Humanas nos resultados dos processos de negócios, sobre a gestão corporativa de projetos aplicada no dia-a-dia das empresas. Saiba também sobre as iniciativas em educação, que apresentam técnicas para se trabalhar com Indicadores de Desempenho, metodologia para forte alinhamento dos processos à estratégia, entre outros temas. Nossa equipe está à sua disposição para auxiliá-lo. Entre em contato.

Boa leitura.

João Contart Neto


PROCESSOS EM SISTEMAS E TI 

Plano Diretor de T.I. orientado pelo COBIT: respondendo agilmente às demandas de negócios. 

O mercado já descobriu a importância do COBIT como referência de Governança
na área de Sistema e TI, e seu uso começa a ganhar maturidade em nosso
mercado. Todavia, poucas empresas estão adotando o COBIT como instrumento
base para o desenvolvimento de um Plano Diretor de TI, que forneça técnicas e
recursos eficazes para que a área de Tecnologia de Informação responda
agilmente às demandas de negócios.

Ao utilizarmos os trinta e quatro processos apontados pelo COBIT como base
para orientar as decisões, analisar lacunas, construir uma carteira de
iniciativas e nortear o direcionamento de ações em Plano Diretor, estaremos,
ao mesmo tempo, contribuindo para a consolidação da adoção de um padrão
aceito pelo mercado, e trazendo para a empresa poderosos instrumentos de
gerenciamento, agilidade e eficácia.

Identificar as reais demandas de negócios, enunciá-las, avaliar as lacunas,
estabelecer a carteira de iniciativas, priorizá-las e ao mesmo tempo ordenar
os esforços e investimentos é sempre uma tarefa desafiadora. O COBIT é um
poderoso instrumento de apoio nesse trabalho. Não podemos esquecer que
quando falamos de COBIT, também falamos de ITIL e outros padrões, pois todos
eles auxiliam em implementações de processos em Sistemas e TI.

Consulte sobre o como a CTGI pode ajudá-lo a desenvolver um Plano Diretor
de TI com base no COBIT, e quais os benefícios dessa abordagem. Conheça os
casos de sucesso da CTGI no desenvolvimento de Planos Diretores com base
no COBIT. Solicite uma visita.
 


PROCESSOS DE NEGÓCIOS

Gestão por Processos e a Gestão de Pessoas. 

Um bom mapeamento de processos, em qualquer área de uma empresa, deve considerar todas as dimensões que fazem parte de um modelo abrangente, levando em conta os objetivos, métricas, as capacidades humanas, a estrutura organizacional, o fluxo de atividades, os dados e informações, recursos, infra–estrutura e aplicativos. Apenas através da consideração dessas dimensões é que se consegue alcançar abrangência adequada para a análise e gestão dos processos, pois, ao longo de um processo de negócio, as diferentes dimensões interagem com a finalidade de garantir que sejam alcançados os objetivos desejados.

A dimensão de Capacidades Humanas é uma das mais importantes para o alcance e aprimoramento de resultados efetivos de um processo de negócio. Já há alguns anos, Peter Drucker nos ensinou que, na era do trabalhador do conhecimento, os fluxos de trabalho padronizados e as tecnologias servem para instrumentar o trabalhador para que ele tenha melhor desempenho e possa aprimorar continuamente suas habilidades e competências, e não o inverso. Portanto, os processos de negócios apoiados por intensa tecnologia são hoje instrumentos de estreita interação com a gestão das capacidades humanas das empresas. As empresas mais eficientes, que melhor gerenciam seus recursos humanos, e que buscam aprimoramento de seus resultados, já compreendem a importância de uma visão integrada de desenvolvimento das Capacidades Humanas apoiadas pelas visões de tecnologias, estratégia e processos de negócios. Os processos bem planejados permitem a evolução dos recursos humanos da empresa.

É importante gerenciar as Capacidades Humanas tendo em mente atingir a estratégia definida para o negócio. A abordagem de processos é um poderoso instrumento que permite associar competências necessárias às tarefas-chave. Assim, pode-se buscar bom desempenho daqueles profissionais que são chave para a organização - e estimular seu crescimento e aprimoramento - quando suas competências são bem conhecidas e estão adequadamente associadas a processos de negócios também eficientes. Especialistas em Gestão por Competências possuem técnicas que identificam os conjuntos de conhecimentos, habilidades e atitudes dos profissionais, as quais permitem  traçar uma estreita relação com o desempenho do profissional e da empresa.

Conhecer e estar apto a aplicar a tríade estratégia, processos e competências é atualmente um grande diferencial na gestão empresarial. O mais interessante, é sabermos que as metodologias, técnicas e tecnologias para isso são acessíveis e estão maduras e disponíveis em nosso mercado.

Consulte-nos para saber como tornar seu alinhamento de gestão de pessoas e processos de negócios mais forte.

Técnicas para a definição e gerenciamento de indicadores em Processos de Negócios. 

O grupo Informa, representado no Brasil pela IBC, International Business Comunication, líder mundial de eventos de comunicação empresarial, realizou nos dias 20 e 21 de setembro a conferência “Gestão por Processos”. Em oficina conduzida pelo sócio-diretor da CTGI, Eng. João Contart Neto, os participantes puderam conhecer e praticar técnicas para a definição e acompanhamento de indicadores de desempenho para processos de negócios.

A correta definição de indicadores de desempenho para os processos de negócios constitui-se tema de excelência gerencial. Através de indicadores precisos, significativos e alinhados aos objetivos dos processos, é possível a tomada de ações e a execução de ciclos contínuos de melhorias, aperfeiçoando-se a execução das tarefas e otimizando-se custos.

O balanceamento entre os diversos tipos de indicadores e a escolha de um número gerenciável dos mesmos é o principal desafio. As técnicas disponíveis ajudam a compreender as distinções entre os diferentes tipos de indicadores - eficácia, eficiência, ocorrência, tendência, volume, produtividade, qualidade, etc - e a apropriada escolha de um conjunto, baseada nos objetivos de negócios.

Informe-se sobre Indicadores e Processos de Negócios. Envie sua consulta para info@ctgi.com.br


GESTÃO CORPORATIVA DE PROJETOS

A Gestão Corporativa de Projetos na prática. 

O crescimento no número de projetos ativos em várias áreas da empresa provoca um aumento da complexidade dos controles, para que os projetos se mantenham no escopo, tempo e custo, resguardando a qualidade combinada, dentro dos direcionamentos estratégicos da empresa. É comum que profissionais experientes tenham deixado o quadro de funcionários, levando consigo a memória do modus operandi da cultura de gerenciamento, que pode ter sido provocado por cortes sucessivos de pessoal para baixar salários ou porque esses gestores se motivaram por novos desafios. Neste caso, a situação atual indica que a metodologia de gerenciamento de projetos perdeu sua força, os processos sofreram inúmeras mutações e o raciocínio dos gestores ficou viciado, ele percorre as mesmas trilhas e comete os mesmos erros, sem o aproveitamento das lições aprendidas. Cada gestor procura sobreviver às exigências empresariais, buscando conhecimento na pesquisa de literatura ou na participação de cursos especializados, entretanto nem sempre é possível aguardar até que estas iniciativas amadureçam com rapidez suficiente para elevar o nível de maturidade em gerenciamento de projetos.

A situação desejada é ter um ambiente estruturado, com profissionais altamente qualificados, que possam responder, com agilidade, às demandas de adaptações às novas realidades empresariais em fusões e aquisições; gerenciando mudanças em vários departamentos, aplicativos, infra-estrutura de tecnologia, automação, otimização de processos. Tudo isso dentro de critérios internacionalmente aceitos, preparando a empresa para qualquer tipo de auditoria, evitando desperdícios de qualquer natureza e aumentando a lucratividade. Com os processos otimizados, quadro reduzido de funcionários e aplicando filtros sucessivos na priorização dos projetos, a alta administração ficará inclinada a analisar com mais cuidado as solicitações de investimentos e, considerando que as aprovações não sejam fatos políticos, teremos fortes indícios de continuidade dos negócios com crescimento sustentado.

Para quebrar o círculo vicioso é necessária uma renovação de conceitos com pessoal interno ou externo. A oportunidade oferecida pelo pessoal externo é o não comprometimento com o passado histórico e a possibilidade de trazer experiências mais diversificadas. Pode-se alinhar um conjunto básico de documentos de controle para administração de escopo, tempo, custo, qualidade e riscos, utilizando Word e Excel.

Precisamos levar em consideração 2 momentos: a organização e a sustentação do ambiente de projetos. Para organizar são necessários conhecimentos mais amplos para poder julgar quais são as melhores soluções de estruturação e de ferramentas, respeitando os processos internos e as melhores práticas, como PMI e Prince2. É comum que se tenha optado por utilizar o MS Project 2003 e o ambiente MS EPM – Enterprise Project Management, sem que se tenha configurado adequadamente o servidor de projetos para atender clientes internos e externos (via web). Adicionalmente a gestão adequada de projetos precisará de uma integração com o sistema financeiro, os relatórios gerenciais e os índices de performance. Para a sustentação da metodologia combinada, o gestor recebe o ambiente já estruturado e tem a responsabilidade manter ativos os controles indicados, informando a evolução para clientes, fornecedores, diretoria e equipe do projeto. A manutenção da metodologia, a auditoria de procedimentos, a avaliação do desempenho dos projetos e a capacitação dos gestores pode ser feita pelo escritório de projetos (PMO – Project Management Office).

Comunicação é sempre um ponto sensível nas empresas, que pecam pelo excesso de e-mails e reuniões. Em processos de terceirização, a equipe interna tende a ocupar uma parcela maior do tempo útil em reuniões que não agregam valor, deixando a administração do projeto nas mãos do fornecedor, sem o comprometimento efetivo de um gestor interno. A falta de administração pode gerar estouros em orçamento da ordem de 40%, portanto, para reduzir para 20% poderíamos aplicar investimentos da ordem de 5 a 10% do orçamento da carteira de projetos exclusivamente para melhorar a capacitação gerencial do corpo administrativo, envolvendo também os patrocinadores. Outro recurso utilizado é ampliar a capacidade de realização contratando pessoal externo para tarefas específicas, com transferência de conhecimento durante o processo de execução.

De acordo com o Benchmarking em Gerenciamento de Projetos no Brasil, de 2005, realizado pelo PMI – Rio de Janeiro, 18% dos projetos têm orçamento abaixo de R$ 100 mil e 51% abaixo de R$ 500 mil. A alta administração valoriza o gerenciamento de projetos em 88% dos casos e 69% das empresas pesquisadas possuem PMO, indicando fortemente a tendência de implementação. Estes PMOs tem nas funções mais comuns a Definição de Padrões, Metodologias e Ferramentas, Controle de Projetos e Apoio ao Planejamento de Projetos. Por ordem de importância, os aspectos considerados no planejamento são: Prazo, Escopo, Custo, Recursos Humanos, Qualidade, Aquisições/Contratos, Integração, Comunicação e Riscos. Apenas 6% das empresas responderam que os projetos não sofrem problemas com prazo e custo e 72% informaram que existem desvios de orçamento entre 10 e 30%. Uma das conclusões foi que a adequada gestão do portifólio continua sendo um grande desafio para a grande maioria das empresas.

 

Colaboração de Pedro Branco

 


ENGENHARIA DE SOFTWARE 

Ferrovia Madeira-Mamoré, ciclos da borracha e do ouro, portos e hidrovias, enorme diversidade biológica e, agora, o Enterprise Architect. 

Rondônia, um jovem estado, com pouco mais de 20 anos, repleto de ciclos virtuosos em sua história. Colonizado por imigrantes nordestinos, sulistas e oriundos de muitas outras partes do país, cultiva uma atraente diversidade cultural em um ambiente de acelerado crescimento.

Em iniciativa de modernização das práticas administrativas públicas, o Tribunal de Contas do Estado de Rondônia (TCE-RO), em projeto capitaneado pela Diretora de Informática, Srta. Alessandra Pereira Masso, adquiriu e iniciou a implantação da ferramenta Entreprise Architect (EA), para aprimorar o seu processo de engenharia de software. Com isso, a instituição pretende dar um salto qualitativo no planejamento, na colaboração das equipes, na retenção de conhecimento, nos controles que consegue exercer, e na qualidade de seus softwares. Com o EA, o TCE-RO também permitirá à sua Equipe de Desenvolvimento integrar-se às demais equipes dos TCEs de outros estados, os quais também iniciam a adoção dessa ferramenta.

A CTGI, além de viabilizar a aquisição das licenças, foi contratada pelo TCE-RO para a transferência de conhecimentos à sua equipe interna, através de treinamento exclusivo. A CTGI é representante do EA no Brasil. O Tribunal de Contas do Estado de Rondônia responde pela fiscalização da aplicação dos recursos públicos tanto do governo estadual quanto dos governos municipais, em seu estado. O Enterprise Architect é o produto que oferece a melhor relação custo-benefício para as atividades de Engenharia de Software com base na linguagem UML.


EDUCAÇÃO 

Realizado, com sucesso, o primeiro grupo do curso Alinhando os Processos à Estratégia.

A CTGI e a 3GEN desenvolveram o primeiro curso brasileiro que apresenta conceitos, técnicas e instrumentos para a implementação de práticas que garantem o forte suporte dos processos de negócios aos objetivos empresariais. A primeira turma ocorreu no mês passado, nos dias 19 e 20, em São Paulo.

Para garantir resultados e a implantação prática de uma estratégia, é necessário um estreito acompanhamento das atividades da empresa. Partindo da definição estratégica, estabelecida pela alta direção, deve-se desdobrá-la em ações e processos que viabilizarão, de forma eficiente, a sua implementação. É necessário que a empresa possua processos ajustados de forma a viabilizar o alcance dos objetivos da organização.

O treinamento apresentou os conceitos de estratégia e gestão estratégica, baseando-se no conceito de BSC (Balanced Scorecard) além da noção de processos e as técnicas para sua documentação e análise, através da notação BPMN. Os participantes puderam conhecer uma abordagem prática de alinhamento dos processos aos objetivos e um modelo de gestão que integre processos e estratégia.

Segundo a pesquisa de opinião realizada junto aos participantes, o curso foi considerado muito eficiente. Na enquete foram registrados vários comentários positivos em relação ao curso e à qualidade do conteúdo, além de observações acerca de sua importância prática.

A CTGI continuará promovendo eventos e discussões na área de Gestão por Processos, visite sempre a página (www.ctgi.com.br) e acompanhe nossas iniciativas. 

Próximas sessões abertas de treinamentos. 

Estão programadas para os próximos meses, turmas abertas em Modelagem de Processos com BPML, ITIL e Engenharia de Software/UML. Veja as próximas turmas:

"Modelagem de Processos com BPML/BPMN": 12, 13, 14 de Dezembro,em 5 módulos de 4:00 hs num total de 20 horas. Diurno das 8:30 às 12:30 e das 14:00 às 18:00 hs.

"ITIL Fundamentos Teóricos": 28, 29, 30 de Novembro, em 3 módulos de 4:00 hs, num total de 12 horas.Diurno das 8:30 às 12:30hs. 

"Especificação e Desenvolvimento de Software com UML e EA": 05, 06, 07 de Dezembro, em 3 módulos de 4:00 hs num total de 12 horas. Noturno das 18:30 às 22:30 hs

Veja o calendário no link: http://www.ctgi.com.br/treina_calendario.aspx


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Fone (11) 3722-2335

eMail info@ctgi.com.br.

 

 

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São Paulo - SP

 

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